The China Mail - Bolsas mundias se acalmam apesar da tensão comercial entre EUA e China

USD -
AED 3.673035
AFN 72.482383
ALL 87.446116
AMD 390.16966
ANG 1.802269
AOA 911.999776
ARS 1138.0402
AUD 1.57788
AWG 1.8025
AZN 1.716238
BAM 1.72061
BBD 2.017419
BDT 121.396335
BGN 1.719263
BHD 0.376896
BIF 2970.58099
BMD 1
BND 1.31321
BOB 6.904379
BRL 5.867603
BSD 0.99912
BTN 85.53909
BWP 13.772566
BYN 3.269904
BYR 19600
BZD 2.007038
CAD 1.388965
CDF 2874.999936
CHF 0.81819
CLF 0.025262
CLP 969.403082
CNY 7.34846
CNH 7.31372
COP 4312.12
CRC 502.52052
CUC 1
CUP 26.5
CVE 97.005767
CZK 22.046033
DJF 177.927334
DKK 6.578497
DOP 60.360527
DZD 132.67898
EGP 51.076506
ERN 15
ETB 132.947117
EUR 0.881005
FJD 2.294702
FKP 0.756438
GBP 0.756875
GEL 2.750261
GGP 0.756438
GHS 15.46711
GIP 0.756438
GMD 71.500971
GNF 8647.916318
GTQ 7.698703
GYD 209.044643
HKD 7.76175
HNL 25.903622
HRK 6.637497
HTG 130.43134
HUF 359.530146
IDR 16837.35
ILS 3.69045
IMP 0.756438
INR 85.5705
IQD 1308.876573
IRR 42112.498249
ISK 127.829754
JEP 0.756438
JMD 157.88154
JOD 0.709301
JPY 142.829011
KES 129.489921
KGS 87.417597
KHR 4002.005842
KMF 433.503984
KPW 900.006603
KRW 1420.060265
KWD 0.30673
KYD 0.832666
KZT 523.264509
LAK 21638.954869
LBP 89525.116565
LKR 298.211505
LRD 199.835487
LSL 18.833212
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 5.465822
MAD 9.277539
MDL 17.284972
MGA 4551.812719
MKD 54.153611
MMK 2099.749333
MNT 3545.132071
MOP 7.986452
MRU 39.588447
MUR 45.109698
MVR 15.410273
MWK 1732.620133
MXN 19.94138
MYR 4.418018
MZN 63.900294
NAD 18.833212
NGN 1604.940352
NIO 36.773762
NOK 10.59007
NPR 136.864701
NZD 1.693635
OMR 0.385002
PAB 0.999235
PEN 3.738365
PGK 4.132173
PHP 56.672502
PKR 280.215624
PLN 3.77126
PYG 7994.193719
QAR 3.641818
RON 4.3855
RSD 103.149468
RUB 82.877567
RWF 1419.685746
SAR 3.752401
SBD 8.368347
SCR 14.262619
SDG 600.504736
SEK 9.81165
SGD 1.31532
SHP 0.785843
SLE 22.749759
SLL 20969.483762
SOS 571.051532
SRD 37.161972
STD 20697.981008
SVC 8.742775
SYP 13001.997938
SZL 18.848421
THB 33.3705
TJS 10.796131
TMT 3.51
TND 2.996521
TOP 2.342098
TRY 38.136398
TTD 6.785372
TWD 32.524037
TZS 2674.999949
UAH 41.282144
UGX 3664.212128
UYU 42.333628
UZS 12970.00088
VES 77.11805
VND 25875
VUV 122.719677
WST 2.796382
XAF 577.091654
XAG 0.030734
XAU 0.0003
XCD 2.70255
XDR 0.717698
XOF 577.071347
XPF 104.917744
YER 245.325022
ZAR 18.87725
ZMK 9001.198598
ZMW 28.376001
ZWL 321.999592
Bolsas mundias se acalmam apesar da tensão comercial entre EUA e China
Bolsas mundias se acalmam apesar da tensão comercial entre EUA e China / foto: © AFP

Bolsas mundias se acalmam apesar da tensão comercial entre EUA e China

As bolsas mundiais estão mais tranquilas nesta terça-feira (8) após desabarem por causa das tarifas do presidente Donald Trump, apesar de um risco de escalada entre Estados Unidos e China.

Tamanho do texto:

Um dia antes da entrada em vigor de novas tarifas aduaneiras americanas sobre as importações, sobretudo chinesas e europeias, o índice Dow Jones subia 3,6% e o índice ampliado S&P 500 ganhava 3,8% por volta das 14h05 GMT (11h05 em Brasília).

Os mercados europeus também operam em alta, com aumentos de mais de 3% em Paris, Londres e Frankfurt.

Um respiro para os investidores depois que trilhões de dólares derreteram desde a última quarta-feira, quando o presidente americano anunciou tarifas para boa parte das importações da maioria dos países do mundo.

Como considera que seus parceiros comerciais "saqueiam" os Estados Unidos, Trump impôs desde sábado uma tarifa adicional universal de 10% sobre os produtos importados, com algumas exceções como o ouro e a energia.

Essa tarifa subirá a partir de quarta-feira para dezenas de aliados comerciais importantes, em particular a UE (20%) e o Vietnã (46%).

- Negociações -

A administração americana afirma, no entanto, seguir aberta à negociação, o que explica o alívio dos mercados.

Nesta terça-feira, Trump afirmou ter tido uma "conversa muito boa" com o primeiro-ministro e presidente interino da Coreia do Sul, Han Duck-soo, segundo uma mensagem publicada na plataforma Truth Social.

"As instruções do presidente para todos nós foram muito claras: devemos dar prioridade a nossos aliados e parceiros comerciais", comentou o principal assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, na Fox News.

O presidente decidirá "quando e se devemos falar com a China, mas até agora, recebemos a instrução de dar prioridade a nossos aliados e parceiros comerciais como Japão, Coreia e outros", continuou.

O secretário de Finanças, Scott Bessent, declarou à Fox News que "talvez cerca de 70 países" já entraram em contato com a administração americana para falar das tarifas.

"Tudo isso vai na direção correta", disse aos senadores americanos o representante comercial Jamieson Greer.

"Devemos nos distanciar de uma economia baseada unicamente no setor financeiro e no gasto governamental" para nos centrarmos em uma "baseada na produção de bens e serviços reais", avaliou.

Ele afirmou que o país perdeu cinco milhões de empregos manufatureiros e 90 mil fábricas nos últimos 30 anos, desde que se promulgou o acordo de livre comércio trilateral com México e Canadá.

- Risco de escalada -

Mas a política americana leva a riscos e não se descarta uma escalada na guerra comercial entre as duas principais potências mundiais.

Desde que voltou à Casa Branca em janeiro, Trump já taxou os produtos chineses com uma tarifa de 20%. Com os 34% anunciados na semana passada, o imposto chegará a 54% a partir de quarta.

O presidente republicano ameaçou impôr a partir desta quarta tarifas adicionais de 50% sobre as importações chineses se Pequim não desistir de tomar represálias com tarifas suplementares de 34% sobre os produtos americanos a partir de quinta-feira, 10 de abril.

Um porta-voz do Ministério do Comércio chinês avaliou que "a ameaça dos Estados Unidos de aumentar as tarifas contra a China é um erro atrás do outro e expõe mais uma vez a natureza chantagista dos Estados Unidos".

O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, disse nesta terça que seu país tem "ferramentas" suficientes para "compensar" a turbulência econômica, segundo a agência Xinhua.

A UE prepara sua resposta, que será apresentada "no início da próxima semana", segundo um porta-voz da Comissão Europeia.

Os analistas consideram que a guerra comercial pode minar a economia mundial, com riscos de inflação, desemprego e diminuição do crescimento.

bur-fz-mjw-lem-erl/ev/db/dd/am

E.Choi--ThChM